sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Como você enxerga o seu mundo?


No meu intimo!!!!
Acreditar sempre, confiar e buscar sempre o melhor!!!
eu só tenho a agradecer, pessoas Maravilhosas me cercam , eu cresci e consegui tirar boas lições de cada pessoa que passou pela minha vida!
Claro que a vida é repleta de altos e baixos ... ahh uma verdadeira montanha russa!!!!
Rssrs.... Mas vale a pena , sim, vale muito a pena!!!
As vezes nos ferimos, e pensamos a vida é amarga, hora de ser  como um lobo ferido nos afastamos , precisamos de um tempo para lamber as feridas para que elas possam cicatrizar e não contaminar o pouco de esperança que ainda resta... 
Mas as feridas se cicatrizam e podemos sair da caverna e ver qual lição lhe foi dada, aprendeu???
Que bom!!!
Hora de recomeçar, porque ainda ha vida e se ha vida há esperança!!!
E nunca, nunca deixe de sonhar! 
para isso é bom conhecer o Jogo do contente... e jamais deixara de sonhar...
Assim como Pollyanna ensina no livro (livro de infancia , mas que todos deveriam ler ....
O jogo do contente!!!
Mary Corrêa <3


domingo, 17 de abril de 2016

Criança interior

Quando nos encontramos com a nossa verdadeira essência, descobrimos dentro de nós um ser merecedor de todo o amor do mundo!!!
Vale a pena esse encontro com a gente mesmo!!!
Feche seus olhos e abrace a sua criança, de amor a ela, diga o quanto a ama!
A nossa criança interior
Tem a mesma necessidade: Amor.
Tão logo nasce, sente o medo
Do desconhecido e da separação;
Chora, não pelo tapinha, 
Mas pela dor da respiração.
Esse serzinho
Protegido no ventre materno
Recebe tudo de graça
E não necessita do ar.
Repentinamente se vê expulso 
A trilhar por estreito caminho
Sem saber que na raça
Vai ter que respirar.
Chora pelo medo, 
Pela insegurança e pela dor.
Sem entender o que se passa
Ouve alguém dizer: eis a vida!
Então, num relance compreende
Que essa é a porta de chegada.
Seguirá por conta própria a caminhada
Até a hora da saída.
De cabeça para baixo 
Foi acolhida.
De cabeça para cima
Deve seguir na vida.
Dor, sofrimento.
Sofrimento, dor.
Só pode ir em frente
Se confiar no amor.
Nos braços e no seio
Da mãe proteção,
A confiança se restaura
E diminui a apreensão.
Ilusoriamente vivendo
Na indiferenciação,
Onde ela e a mãe
São uma só, 
Desperta para a consciência
Da individualização,
Onde o drama e a trama
Começam a dar nó.
Instala-se na frágil criança
Perene estado de alerta.
Surge a necessidade
De procurar ser esperta.
A ordem interna é não sofrer.
Começa, então, a se proteger.
Essa criança precisa sobreviver
E para tanto, tem que vencer.
Desenvolve a arte de manipular,
De mentir, de agradar,
De atacar ou recuar.
De adoecer ou gritar.
Fecha-se numa concha
Ou abre-se para o mundo.
Contenta-se com pouco
Ou vira um saco sem fundo.
O desenrolar natural
Do processo de vida
Cria nessa criança
Uma grande ferida.
E a quem cabe cuidar?
Àquele que, dentro de si,
Descobre a sua criança 
Acuada, rejeitada, esquecida,
Medrosa ou destemida,
Pessimista ou otimista
Preguiçosa ou ativa
Briguenta ou pacifista
Desenvolvendo a compreensão 
Da realidade humana,
Tirando os véus da ilusão
E não se enfiando na cama,
É capaz de estender os braços
E entre soluços clamar:
- “Vem, minha criança, 
O meu colo é o seu lugar!”


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

Batom vermelho

Batom vermelho

Em quanto ela cobria os lábios com um batom vermelho...
As lágrimas iam borrando os olhos ja negros
Ela se lembrou que os lábios coloridos de vermelho, já não eram para beijar os dele...
Pálida e em soluços, tentou conter as lágrimas que ja se misturavam ao batom
Tarde demais!
O gosto salgado, já a fazia lembrar o suor de seus corpos entrelaçados e exaustos de amar...

�Castelhano

Mientras ella se pintaba los labios de rojo...
Las lágrimas iban manchando los ojos ya negros…
Ella se acordó que sus labios pintados de rojo no eran para besar los de él...
Empalidecida y sollozando intentó contener las lagrimas que ya se mezclaban con el rojo de sus labios... demasiado tarde, el gusto salado le acordaba aún más el sudor de sus cuerpos entrelazados y exhaustos de amar...

Mary Corrêa

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

VIDA!


Que pena que não saiu tudo como planejei, que bom que não saiu tudo como planejei!
Nem nos meus mais insanos sonhos pensei que tudo seria desse jeito, tão intenso, tão doloroso, tão dramático e tão alegre.
Pessoas passaram, lugares passaram, amores passaram, mas a experiência e o aprendizado do que se ficou isso ninguém me tira.
As vezes me sinto já tão mulher e as vezes corro feito uma criança assustada.
Me escondo, me acho.
Me encontro, me perco.
E acima de tudo me surpreendo com a minha capacidade de reinventar, de cair e de levantar, de me machucar e ficar com cicatrizes.
Estou com fome de tudo: de amor, de carinho, de risadas de doer a barriga, de amigos, de sonhos, de viagens, do desconhecido.
É tão louco saber que há tanta vida lá fora e que existe tanto a ser vivido.
Que surpresas será a vida ainda me revela?
Seja qual for eu não vou me esconder dela... seja como uma mulher destemida ou como uma criança curiosa.
Que venha esse espiral louco de sensações....
Estou de volta ao mundo das letras.....
Antes só, do que mal acompanhada. É o ditado popular mais batido do mundo nunca me fez tanto sentido.
É isso,era isso o tempo todo. Aguentar um monte por causa de amor, remar sozinha, fazer de tudo pra dar certo, tudo muito bonito, mas nada prático e, no fim das contas, quase nunca vale a pena. 
Faria sim tudo de novo, mas só porque preciso esgotar todas as possibilidades pra não surtar, não porque eu acho que poderia dar certo de alguma outra forma. 
E, por hoje, só peço que Deus me livre de qualquer amor ou quase isso e que, mais tarde, Ele me perdoe pelo meu pedido desesperado e cansado de livramento, depois de tempos tão difíceis e tudo bagunçado por dentro. 
Acontece que, depois do amor, não dá pra seguir em frente sem férias. Então declaro, oficialmente, meu período de recesso emocional. Longo, eu espero. Pra respirar, me recompor, experimentar. Pra me amar e fazer de tudo por mim, pra variar essa história. Um pouco de mim pro mundo, muito do mundo pra mim e let it be.

É que eu já não tenho forças pra iniciar novas histórias, entende? Só não consigo... Me dá calafrios toda vez que penso em me apaixonar e talvez essas mulheres malucas de filme, que não deixam passar do quinto encontro pra não criar nenhum tipo de vínculo, sejam só espertas demais. É, hoje não acho má ideia, muito pelo contrário. Tô esperta ou louca também. Provavelmente os dois.

Te amei por mil anos



O dia que nos conhecemos
Congelada, eu segurei minha respiração
Desde o início
Eu sabia que encontrei uma casa para o meu coração
Batidas rápidas, cores e promessas
Como ser corajosa?
Como posso amar quando eu estou com medo de cair?
Mas vendo você ficar sozinho
Todas minhas dúvidas, de repente se vão de alguma forma

Um passo mais perto

Morri espera todos os dias para você
Querida, não tenha medo
Eu te amei por mil anos
Eu vou te amar por mais mil

O tempo para
Beleza em tudo o que ela é
Eu vou ser corajoso
Eu não vou deixar nada tirar
O que está em pé na minha frente
Cada respiração cada hora acabou nisto aqui


Um passo mais perto

Morri espera todos os dias para você
Querida, não tenha medo eu vos amei
Por milhares de anos
Eu vou te amar por mais mil

E o tempo todo eu acreditei que eu iria encontrá-lo
Tempo trouxe seu coração para mim
Eu te amei por mil anos
Eu vou te amar por mais mil

Eu vou te amar por mais mil

Um passo mais perto

Morri espera todos os dias para você
Querida, não tenha medo eu vos amei
Por milhares de anos
Eu vou te amar por mais mil

E o tempo todo eu acreditei que eu iria encontrá-lo
Tempo trouxe seu coração para mim
Eu te amei por mil anos
Eu vou te amar por mais mil...

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Duelo em lençóis

Esqueci o calor a dois, o sabor de um beijo, a cumplicidade do abraço. Esqueci de ter, de ser, de sentir... Esqueci!
Esqueci a emoção de ser plural nos planos e sonhos conjugados a dois.
Esqueci o bendito arder da paixão, a sensação de se chegar ao céu, feito caça, ou caçador duelando em meio aos lençóis.
Acostumei a me abraçar só, a me bastar, a mergulhar no fundo de mim mesma, feito acenos de alheios milagres.
Triste sina essa de brincar de amor sozinha..

"SAUDADES"

"SAUDADES"
Nem sempre as palavras que dizemos ou os gestos que praticamos representam aquilo que sentimos.